domingo, 4 de janeiro de 2009

2009 e tudo II

Calma, tem mais dessa joça?

Esqueci uma pilha de papel ali do lado.

O que que tem aqui?

Revira, revira...

Pseudo-Pokemon, Cartas Mágicas, Pseudo-Pokemon, Cartas Mágicas, Pseudo-Pokemon, Cartas Mágicas...

Que infância triste que eu tive! Não subi em árvore não?

Não que eu me lembre. Mas olha o que eu achei aqui...

O primeiro livro que escrevi! AAAAAAAAAh, não. Eu não vou abrir essa coisa. Não vou, não vou, não vou! Eu vou me arrepender seriamente de fazer isso. Não posso! 

3, 2, 1...

Abri!

EU ME ARREPENDI.

A unica coisa que isso serviu foi pra eu reparar que eu gostava da cor Dourada desde que eu era criança. "Historia de um Mar Dourado" é o conto mais ridículo que eu já escrevi, mas serviu pra alguma coisa.

Gosto do Verde e do Dourado... estranho!!!


2009 e tudo.

2009 e tudo o mais. Hoje é o que? Dia 4?

Metas para um novo ano? Passar no vestibular e editar algum livro profissionalmente, ou fazer qualquer coisa que me tire desse nível de simples estudante e me faça destacar dos demais.

Eu só tenho hoje, HOJE pra entrar na internet e (vou ignorar toda uma discussão àcerca da internet e das férias, e pessoas com quem quero falar e blá blá blá blá blá blá blá blá blá) eu tava revirando aqui e percebi que cometi um erro fatal.

Eu achei uma pasta nojentamente empoeirada com desenhos antigos, da minha mais tenra infância (puxa, progredi muito de uns tempos pra cá).

Mas existem coisas legais pra se ver revirando idéias de crianças. Prefiro ignorar os Brinquedomons e olhar os rascunhos não denominados. Não dá pra entender metade, mas existem coisas que posso aplicar em personagens recentes, principalmente em questão gráfica...

Encontrei um pequeno jogo com animais, cara-ou-coroa e pontos matemáticos. Legal. Mas de onde saiu esse foguete?

Encontrei tentativas de desenho, á imitar o cara do Pequeno Príncipe.

Oh, céus, a pasta caiu, expalhei papel pelo chão! Vou juntar.

Ah, agora eu morri de rir! EU PREVI A BATALHA DA FRONTEIRA! Eu fiz um desenho chamado "Fronteira Pokemon" o.o EU TENHO PODERES PISCIOMNICOS!!!!!

Ah, aqui eu vejo uma ilustração vergonhosa dos Marotos, de Harry Potter, armados de Lasers e atirando por aí, enquanto o Voldie diz "Tiago, Viado, Tiago, Viado..." em tom musical.

E eu acho que existe uma coisa que acontece com todos os Pequenos Desenhistas quando nasce um novo membro da familia, é ficar desenhando ele. Achei uma versão "super" da minha prima quando ela era recém nascida. 8 anos atrás, algo assim.

Vergonhoso.

Milhares, milhares, milhares de "Pseudo-Pokemons"

Achei algo interessante: Um tatu que ao inves de se enrolar numa bola, vira uma pirâmide. Gostei.

As ESTRELAS DO MAR JIU-JITSU! Cara, essa idéia eu não pensava que era tão antiga assim pra estar nessa pasta! Eu estava seriamente pensando em colocar ela em algum livro, de verdade...

Encontrei um tabuleiro e um jogo que eu inventei, de cartas à estilo Yu-Gi-Oh, Magic e Pokemon, mas sem as cartas.

E um desenho que me fez perceber que, na verdade, eu não melhorei tanto e que não tenho um estilo de desenho definido...

É fato! Uma das minhas metas pra 2009 é melhorar meu estilo de desenho!

Então achei dois GIBIS que desenhei! Entitulado "Grilinho" é sobre um pequeno inseto que quer lutar contra o mal! É, vamos lê-lo...

De 3 edições, só achei duas. A 2 e a 3... vejamos.

Cara, isso me dá vontade de chorar... o treco não tem nem 4 páginas.

Resume-se em: Na edição anterior Grilinho se enfureceu e iniciou uma luta contra Moscão.
E uma perseguição alada com efeitos especiais. O vencedor da luta leva a chave -disse o vilão- o perdedor vai para a cadeia.

O combate durou três quadrinhos. Ou seriam três horas? O narrador disse que se passaram três horas. Eu adoraria saber como um grilo adquire poderes elétricos, mas estou sem a edição 1.

E como uma mosca devora almas e trovões, sendo que moscas não tem boca.

E, oh, a edição três é o exemplo da NÃO-CONTINUIDADE de uma historia em quadrinhos.

A dois terminou com o fantástico golpe de Meteorização do nosso herói grilídeo, a três começou com a invasão de uma borboleta á um castelo, acompanhada de um... robô azul carrinho de controle remoto????

Eu quero voltar no tempo e me perguntar qual é a dessa joça!!!!!!

Mas Pinguim Verde não tá com nada, eu gosto é de Grilos! (na verdade é um gafanhoto, mas o nome é melhor).

Hm... até.

Na edição anterior

domingo, 14 de dezembro de 2008

Pingüim Verde 2

Ele é verde, pra começar.

Ele é um pingüim, não tenha dúvidas.

Ele não fala nada, na maioria das vezes. Um "oi" bonitinho com voz de pingüim, talvez. Nada mais.

Ja falei que ele é um assassino de aluguel?

É. Ele tem preferencia pela pistola dupla. O que é uma pistola dupla? Na verdade são duas pistolas, simplesmente isso. Uma em cada mão. Ou asa, sei lá. Acontece que ele é um pistoleiro incrível.

Ele gosta de ler, também. É fã de Stephen King (tudo que envolver "O Pistoleiro", na verdade). Ele gosta de desenhos animados. Tem preferência por Evangelion (onde, volta e meia, aparece um pingüim). Ele também gosta do Hulk, por que é verde. Quando assiste à TV, emite uns barulhinhos satisfeitos de pingüim, enquanto "bate palmas".

Ele também gosta de gramática e é fã do trema. Ele também gosta de inventar palavras. Trëmä se lê trroomoo, e ele gosta de ficar falando trroomoo enquanto passeia pela casa.

Quando está num serviço, completa tudo rapidinho. Atira, atira, atira, atira e depois sai andando, com seus passinhos bonitinhos de pingüim. As vezes ele não resiste de curiosidade e caminha até um cadáver, olha nos seus olhos mortos e diz, com uma voz de pingüim.

-Ei, achou!


Pingüim Verde 1



A história dele é engraçada. Eu estava num dicionario de nomes na internet e fiquei pensando em nomes. Mais exatamente, eu tava falando com o Danieru Sensou sobre um site de tarô (cara, isso não erra NUNCA x.x: http://www.taroterapia.com.br/arcano/arcano.html).

Então eu pensei em nomes. Vários deles. Até que cheguei em um (segreeedo) que tinha 3 dês. Digo... DDD. Pra não parecer companhia telefonica ou coisa assim, eu disse:

"Se minha filha se chamar assim, vou dar um King Dedede de pelúcia pra ela."

King Dedede é um personagem de jogo. É um pinguim (mas parece o papai noel): 
 Então eu peguei a mania de desenhar pinguins. Eu fui desenhar um, mas ele saiu, acidentalmente verde.

Daí eu fiquei desenhando pinguins verdes de maneira sádica pelo msn. Eu tava falando com o Lucas Hoefel, um amigo meu de Porto Alegre, sobre uma ilha que deixou o feudalismo recentemente: Sark.

Eu liguei o evento ao pinguim, logicamente. Lucas me explicou que foram os irmãos bar-alguma-coisa que atacaram Sark e terminaram com o feudalismo. Instantaneamente, reagi: irmãos barney????

Dinossauros roxos capitalistas contratando um pinguim verde fodão (desculpas pelo palavrão, mas não encontrei expressão melhor) para acabar com o feudalismo em uma ilha minúscula? Genial! Isso me lembrou alguns gênios dos livros esquisitos: Dav Pilkey com o seu ROMANCE ÉPICO: Capitão Cueca



Pelos poderes da cueca!!!!!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

note que...


... no post passado não tinha cabelo de prata.

Oook, eu não lembro se foi exatamente antes ou depois (aliás, meu problema são justamente as datas) de eu pedí-la em namoro que eu fiquei sabendo a aparencia dela.

Foi estranho, eu, bem lento, senti dificuldade pra reconhecer a aparencia dela. Ela havia me mostrado varias fotos, mas eu sentia dificuldade de ligar uma com a outra. Er...

Até que eu desisti e disse pra ela que não importava a aparencia dela, ia gostar dela de tudo quando é jeito. Daí eu pedi pra ela me mostrar melhor quem era ela nas fotos. Então ela me explicou. Só faltou desenhar, de tão lento que eu sou.

Uau! Ela é linda! Hina é linda!

Não, Laís é linda. Laís é o nome dela. É um nome bonito. Eu ja sabia o nome dela antes de conhecer o rosto, mas agora eu poderia. chamá-la daquele jeito, pelo nome de verdade.

Aliás, falei com ela outro dia. Ela me contou de mais lembranças da Hina. Ela me lembrou de quem era o casaco que foi dividido (era dela!!! disso eu não lembrava!!!).
Ela me lembrou, também, que nadamos em uma piscina (era, na verdade, a sala precisa).
E de hogsmeade e uma queda minha, então ela me arrastou até a enfermaria.

Eu me sinto emocionado (e com vontade de rir), lembrando disso tudo.

Aposto que há mais, mas não nos lembramos...

Eu vou ficar um tempinho sem postar sobre ela. O motivo? Não sei! :D


Mais memorável.

 
Sabe... eu gosto dos rumos que uma conversa agradavel pode tomar, e uma piadinha pode mudar bastante o rumo dessas conversas.

Eu não me censuro nem estou mentindo (pelo menos da minha parte) quando digo que cada vez mais e mais a gente se gostava (se bem que o primeiro "eu te amo" demorou à vir). Estavamos, uma noite, conversando sobre nós mesmos, de novo.

O tema, em especial, era se nos veríamos algum dia e como pessoas legais moram longe. A verdade é que nunca me senti tão próximo de alguem como dela. Tá, usar a palavra "próximo" é algo que me deixa bastante deprimido, já que eu e ela moramos longe.

Longe. Longe, muito longe.

Falavamos de um provavel encontro.

Bem-humorada ela e eu muito lento, ela brincou. Fez piada: "Podemos nos encontrar no lançamento do ultimo filme de Harry Potter."

Era só uma piada, mas eu levei a sério.

A ideia me emocionou. A chama da aventura ardeu na minha alma. Sim, era aquilo. Iriamos nos ver no evento final e marcante da vida de um Pottermaníaco. O lançamento do ultimo filme, sim!

Mas havia algo no meu coração...

A minha proposta foi simples, a reação dela adorável.

-Até lá, namora comigo?
-O que?
-Até o filme lançar e a gente se ver. Namora comigo?

Eu não vou conseguir re-escrever a reação dela nem o que eu dizia, mas ela falava de como era longe, e eu lembro de que não me importava. A distancia seria dolorosa, mas suportaríamos.

"Seja o que Deus quizer" ela começou dizendo, e terminou com um "sim" realmente convicto.

Meu coração cantou de alegria.


Voltando à contar a história...





São mais dois eventos que, infelizmente, a memória se recusa a organizar.

Eles são lembrados, sim! Estou só tentando me lembrar com mais convicção. Quem me dera ter em documentos, aquelas conversas e ficções que faziamos às tardes e noites! Aliás, poemas feitos por mim perderam-se, em papel ou digitais, por desventura não consigo encontrá-los todos.

Textos que fiz para ela estão perdidos, oh, meu coração chora pensando nisso! Sério!!!

Mas eu lembro de cenas, não sei se de eventos separados, ou se foram subsequentes, ou são trechos de mesmo acontecimento.

Lembro estar confortavel numa poltrona, aquecendo-me à fogueira. É provavel que estava frio. Até que a ví.

Sem dizer palavra alguma, pegou minha mão e me levou, sorridente e feliz, para algum lugar que eu não conhecia. Fui de bom grado.

Atravessamos uma passagem secreta... e fomos.

Eu amaria lembrar do resto... mas o momento que mais me marcou foi a despedida daquele dia. Eu lembro que havia sido divertido. Logico que havia, cada momento com essa garota é divertido, cada momento com ela é o melhor momento que posso ter -e admitir isso se torna algo triste, pois não só são poucos os momentos que possuo com ela, mas isso parece ser uma afronta à outros momentos também belos...

aqui eu me atrapalho todo com a pontuação, o pensamento é mais rápido que o texto

Estavamos os dois felizes, como não haveriamos de estar? Conversávamos sempre que podíamos, faziamos ficções como aquelas sempre que conversávamos (quando não escreviamos a fanfic). Eu não queria ir e ela também não sentia vontade que nos separássemos. Uma frase dela me veio à mente agora "Daqui a pouco eu durmo em cima do teclado"...

Que amor.

Ir embora. Não era uma idéia agradável. Enrolamos, matamos tempo. Engraçado que o processo de matação de tempo, em uma brincadeira dessas, não é como o na "realidade palpável" (eu considero a ficção uma espécie de realidade, mas isso é assunto para outro tópico).

Eu não lembro direito como matamos tempo, mas lembro de como eu tinha que ir embora.

Lhe dei um beijo de despedida. Parece estranho falar isso em uma conversa á distância, não? Parece. Foi só a palavra "beijo". Eu simplesmente a escrevi.

Ficamos os dois parados na frente dos respectivos computadores. Eu fiquei quente, trêmulo, vermelho... ah, fiquei mil coisas! Me senti incapaz de digitar, por um momento. Ela também não dizia nada.

Eu tive que perguntar.

"O que foi isso?"

Conversamos um pouco, tentando entender, até que a gente disse tchau mesmo.

Eu adoraria me lembrar de mais coisas...