Eu falo de cores. Eu gosto de dourado. Mas não o dourado do Ouro-de-Verdade. O ouro de verdade me entedia. A cor do metal ouro não é merecedora da alcunha. Do Dourado. Do Gold. Não.
Dourado de verdade é o Peixe Dourado. Do nascer e do Por-do-Sol (e bendita seja a poluição dos céus que o pintam de vermelho, ao final do dia - um mal necessario e belo que eu me arrisco à admirar).
Cores. Por um bom tempo, iludido, lamentei a tecnologia não saber reproduzir em monitores de computador ou televisão, a pura cor metálica.
Iludido, SIM, pois não há cor metálica. As cores, puras, são as cores do espectro. Pelo menos sob certos pontos de vista.
Sem querer desdenhá-lo, mas o metal não é o meu elemento.
Um amigo, o ilustre Lucas Cefeu, do hemisferio celestial norte, também compartilha comigo o afeto por cores. Ele possui conceitos interessantes de cor e não-cor e uma cor especial. Isso tudo pode ser visualizado em suas fanfics e em sua obra (em desenvolvimento) Dona.
Lucas Cefeu é um companheiro de escrita. Temos estilos realmente opostos, isso é verdade, mas gostamos das cores.
Bem, ele gosta das cores sob o ponto de vista da arte. Eu gosto das cores sob o ponto de vista da física.
Sujeitos opostos, não?
Engraçado... Minha cor favorita está ligada à um metal. Metal me lembra química. Ah, química, ela e seus átomos.
Química me lembra outras coisas. Química me lembra minha segunda cor favorita. Lilás.
Lilás e dourado. Combinação interessante, eu acho. É belo e estranho. O lilás combina, todos concordam principalmente as mulheres, com a prata.
Isso me lembra o motivo pelo qual sou tão grato à Lucas Cefeu.

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