terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sobre Prata e Hina White

Eu procurei varias imagens que pudessem traduzir o que se passa em minha mente quando penso em "Hina White".

Epic Fail - (está aqui mais uma gíria, a falha épica, mas essa daqui eu não sei daonde provém)

Falha épica. Nada pode traduzir Hina White. Nada a não ser as minhas palavras, que talvez sejam vãs.

Talvez eu saiba mais sobre ela do que ela mesma, e nem assim eu consegui encontrar nada.     

Eu lembro de seu cabelo prateado...



O cabelo prateado está certo. Ela era vampira, mas não sei se possuia asas de morcego. 
Seu que, na verdade, ela não me pareceu assim tão pequena, mesmo que seja mais nova que eu. 

Mas eu só consigo tomar coragem para essa imagem. O motivo? As outras não parecem dignas de estarem aqui. Basta dessa depravação. Não mancharei o nome dessa personagem com mais desenhinhos bobos. Imagine por você mesmo.

Cefeu é, como eu, um escritor por alma. Não publicamos nada, oficialmente. Ele prefere fanfics, já eu: nunca terminei nenhuma das que comecei. Conheci-o no mesmo momento que Hina. Aliás, nos conhecemos todos ao mesmo tempo, por iniciativa dele.

A pergunta era simples. Quem queria escrever uma fanfic? Eu queria, pois estava entediado. No tópico do orkut da principal comunidade de Harry Potter do Brasil, não fui apenas eu a me manifestar.

Mais pessoas apareceram, mas o principal, que era pra acontecer, estava ali: Lucas Cefeu, Ryan e Hina White são, agora, um grupo de fanfics de Harry Potter.

Na época eu não tinha nenhum apelido legal, a não ser o que provinha da minha adoração pelo personagem Lupin. Eu me auto-denominava "Aluado". A alcunha me cabe, sim: Na minha escola todos se referem à mim como "No mundo da luuuuuuuuuuuua!" (acho que era uma novela ou minissérie antiga da tevê, ou algo assim)

Voltêmos á Hina White. Ela era ficcional, (como eu estou tentando ser, e por isso escrevo para me construir) e sempre foi uma criaturinha interessante. Se dizia vampira, mas não tomava sangue. Assim como o lobisomem Aluado, em Harry Potter, ela também usava uma poção para inibir certos sintomas.

Sua descrição física era simples. Cabelos e olhos prateados, pele pálida. 

Eu gostava muito de conversar com ela e naquela época criei um hábito que cultivo até hoje, o de esperar ansiosamente que ela acessasse o computador, para que pudéssemos conversar.

O que mudou? A ansiedade ficou maior e crescente, assim como o meu afeto para com ela.

Ansiedade essa que dói, hoje, e antes não doía.

Falávamos de tudo e mais um pouco. Ela era a única de nós (nós, nós, os escritores) que escondia o próprio rosto. Eu tinha curiosidade pra saber quem era ela, mas tinha um pouco de medo também.

Nosso grupo de escritores (que chamamos de JKey) não deu muito certo. Eu e Cefeu temos estilos de escrita completamente opostos (mas esse nunca foi o motivo!) - na época eu não tinha um estilo definido. Não sabemos direito qual era o problema pra escrever, mas na minha sincera opinião, seu papel havia se cumprido:

Afinal, nos conhecemos! 








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